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  Área: Dape - ATSM  
  Número do Diário Oficial da União:  
  Data de publicação no Diário Oficial da União:  
  Número da Seção:  
     
  CONDUTAS PRECONIZADAS - Resultado Normal, Alterações Benignas e Queixas Ginecológicas
Prazo: 22/12/2005

Instruções ao participante

No período entre 22 /11 /2005 a 22/12/2005, as críticas e sugestões de acréscimo e/ou modificações podem ser feitas da seguinte maneira:

1) Primeiramente, cadastre-se no sistema, clicando em ¿Cadastrar-se¿. Forneça em seguida os dados solicitados e escolha uma senha.

2) Sempre que desejar entrar na página da consulta pública, clique no ícone ¿logar no sistema¿, fornecendo, nos campos apropriados, seu endereço eletrônico (e-mail) e senha.

3) Na lista de Áreas do Ministério, à sua esquerda, clique sobre ¿DAPE - ATSM¿. À sua direita surgirá o tópico da Nomenclatura Brasileira Para Laudos Cervicais e Condutas Preconizadas.

4) Para somente ler o conteúdo do texto proposto, escolha o tópico desejado, clicando sobre a lista da coluna ¿Texto¿.

5) Para ter acesso ao texto e fazer contribuições, escolha o tópico desejado, clicando sobre o ícone da coluna ¿Contribuir¿.

6) Faça seus comentários referentes ao tópico em questão e justifique-os. Clique em ¿inserir¿. Seus comentários terão sido enviados ao Ministério da Saúde para análise.

7) Volte novamente para a Consulta Pública clicando ¿DAPE - ATSM¿ e faça quantas contribuições desejar.

Em caso de dúvida, entre em contato com a Área Técnica da Saúde da Mulher, através do e-mail saúde.mulher@saude.gov.br e do telefone (61) 3315-2553, ou com o Instituto Nacional de Câncer, através do e-mail diagprec@inca.gov.br e dos telefones (21) 3970-7552/3970-7413/39707412 .

 
     
 
Alterações Celulares Benignas Reativas ou Reparativas
No Sistema Bethesda 2001, essa categoria foi excluída.
Na Nomenclatura Brasileira esta categoria foi mantida porque os fatores que motivaram sua exclusão não se aplicam à nossa realidade.
 
 
Inflamação Sem Identificação de Agente
Caracterizada pela presença de alterações celulares epiteliais, geralmente determinadas pela ação de agentes físicos, que podem ser radioativos, mecânicos ou térmicos, e químicos como medicamentos abrasivos ou cáusticos, quimioterápicos e acidez vaginal sobre o epitélio glandular. Ocasionalmente pode-se observar alterações em decorrência do uso do dispositivo intra-uterino (DIU) em células endometriais. Em casos especiais o tipo de exsudato pode indicar um determinado processo inflamatório, como a cervicite folicular em que o exudato linfocitário é observado ou reações alérgicas representadas pela presença de eosinófilos.

 
 
Conduta Clínica:
Havendo queixa clínica, a paciente deverá ser encaminhada para exame ginecológico e os achados mais comuns são ectopias, vaginites e cervicites. O tratamento deve seguir recomendação específica.
Repetir a citologia em 1 ou 3 anos, conforme rotina de rastreamento, independente do exame ginecológico.
 
 
Resultado indicando Metaplasia Escamosa Imatura

A palavra ¿imatura¿ em metaplasia escamosa foi incluída na Nomenclatura Brasileira buscando caracterizar que esta apresentação é considerada como do tipo inflamatório, entretanto o epitélio nesta fase ainda está vulnerável a ação de agentes microbianos e em especial do HPV.

Conduta Clínica:
Repetir o exame citopatológico, em 1 ou 3 anos, conforme rotina de rastreamento.
 
 
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Resultado indicando Reparação

Decorre de lesões da mucosa com exposição do estroma e pode ser determinado por qualquer dos agentes que determinam inflamação. É geralmente, a fase final do processo inflamatório, momento em que o epitélio ainda está vulnerável à ação de agentes microbianos e em especial do HPV. Conduta Clínica:
Repetir o exame citopatológico, em 1 ou 3 anos, conforme rotina de rastreamento.
 
 
Resultado indicando Atrofia com Inflamação

Conduta Clínica:

Após avaliação da sintomatologia, e exame ginecológico podem ser utilizados cremes vaginais contendo estrogênios.
O exame citopatológico deverá ser repetido, em 1 ou 3 anos, conforme rotina de rastreamento.
 
 
Resultado indicando Radiação
Nos casos de Câncer de Colo o exame citopatológico deve ser realizado para controle de possível persistência de neoplasia residual ou de recidiva da neoplasia após tratamento radioterápico.

Conduta Clínica:
Nos casos em que a citopatologia diagnosticar Lesão Intra-epitelial, o que pode acontecer após tratamento radioterápico a conduta deverá ser a mesma indicada para Lesão Intra-epitelial em pacientes não submetidas a este tratamento e deve ser seguida de acordo com o grau da LIE.
Ressaltamos a importância do preenchimento completo e adequado dos dados de anamnese constantes do formulário de ¿Requisição de Exame Citopatológico - Colo do Útero¿.
 
 
Achados Microbiológicos
Lactobacillus sp
Cocos
Outros Bacilos
São considerados achados normais, pois fazem parte da flora da vagina e não caracterizam infecções que necessitem tratamento.

Conduta Clínica:
A paciente com sintomatologia deve ser encaminhada para avaliação ginecológica.
Repetir o exame citopatológico, em 1 ou 3 anos, conforme rotina de rastreamento
 
 
Queixas Ginecológicas
Entendendo que as queixas ginecológicas não só devem ser valorizadas, mas solucionadas e considerando que o laudo do exame citológico, na maioria das vezes, menciona agentes microbiológicos, que quando associados às queixas clínicas merecem tratamento específico.
 
 
NOTA : ALTERAÇÕES NA CONSULTA PÚBLICA

Devido à identificação de incorreções nos seguintes ítens, foram realizadas alterações no documento ainda durante a publicação da consulta pública:

Inflamação Sem Identificação de Agente
Resultado indicando Metaplasia Escamosa Imatura
Resultado indicando Reparação


Sugerimos que os participantes revejam os ítens alterados para que possam novamente contribuir se assim o desejarem.